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Senhorio morto por inquilino era vereador na Câmara da Marinha Grande

Ex-vereador da Marinha Grande, Carlos Logrado, de 63 anos, morreu após conflito com inquilino em despejo por aumento de renda; agressor atirou-se do sétimo andar

Carlos Logrado tinha 63 anos
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  • Carlos Logrado, empresário de 63 anos, foi o senhorio e esteve vereador na Câmara da Marinha Grande de 2013 a 2017.
  • Foi fundador do movimento independente +Concelho e ganhou as autárquicas de 2013, sendo eleito pela primeira vez nessa eleição.
  • O Município da Marinha Grande anunciou um dia de luto municipal durante as cerimónias fúnebres, em sinal de respeito pela memória do ex-autoridade.
  • O inquilino, que estava em vias de despejo por não aceitar o aumento de renda para quase o dobro, terá atingido Logrado com uma faca e terá atirado-se do sétimo andar da Avenida da Liberdade.
  • O corpo do inquilino foi encontrado no terraço de um piso inferior, e Logrado encontrava-se no interior do apartamento no momento do incidente.

O senhorio da Marinha Grande, Carlos Logrado, foi morto, num caso que envolve um inquilino, na Avenida da Liberdade. O incidente ocorreu recentemente e está a ser investigado pelas autoridades competentes, que já recolhem depoimentos e perícias técnicas.

Logrado, de 63 anos, era empresário com atuação em várias áreas e foi vereador na Câmara Municipal da Marinha Grande entre 2013 e 2017. O ex-autarca participava ativamente no movimento independente +Concelho, do qual foi fundador e pelo qual disputou as autárquicas.

O inquilino, com cerca de 60 anos, terá aceite o despejo por não concordar com o aumento da renda para quase o dobro. Após o ataque com uma faca, o homem terá-se atirado do sétimo andar do apartamento. O corpo foi encontrado no terraço de um piso inferior; Logrado encontrava-se já sem vida no interior do imóvel.

Reação da Câmara e próximos passos

O Município da Marinha Grande publicou uma nota de pesar, destacando o percurso do ex-vereador como empresário e cidadão empenhado na vida pública. A autarquia anunciou ainda um dia de luto municipal durante as cerimónias fúnebres, cuja data ainda não está marcada.

A Polícia Judiciária deverá continuar as diligências para apurar as circunstâncias do caso, incluindo o motivo do conflito relacionado com a renda. A investigação está a procurar confirmar responsabilidades e o que motivou a tragédia.

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