Uma médica reformada está a ser alvo de uma investigação do Ministério Público por alegadas fraudes ligadas ao Serviço Nacional de Saúde (SNS). A acusação envolve a cobrança de cerca de 1 mil euros para assegurar reformas por invalidez.
Segundo as autoridades, exames eram prescrevidos em nome de um lar, permitindo que o SNS comparticipasse 100% dos custos. O esquema, que alegadamente durava há vários anos, envolve faturação irregular.
A investigação envolve a médica reformada, bem como entidades que gerem e fiscalizam as prestações de saúde. Não foram divulgados elementos que indiquem recepção de recibos ou quitação de valores pelos pacientes.
Investigação em curso
As autoridades não divulgaram detalhes operacionais da apuração, que continua em processo. Sabe-se que a eventual prática terá impactado os custos do SNS e a transparência dos processos de invalidez.
As informações disponíveis indicam que as autoridades recolhem provas, revisam prescrições e avaliam a legitimidade de benefícios. O casos permanece sem conclusão até ao momento.
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