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Autópsia confirma mortes por asfixia de duas mulheres assassinadas por Prizzon

Autópsia confirma asfixia como causa de morte de Angela Legobien e Audrey Cavalié; Cédric Prizzon aguarda julgamento, os filhos vão ser repatriados

Cédric Prizzon à saída do tribunal
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  • A autópsia confirmou que as duas mulheres morreram por asfixia, segundo o Gabinete de Medina Legal de Bragança.
  • As vítimas são Angela Legobien, 26 anos, e Audrey Cavalié, 40, companheira e ex-companheira de Cédric Prizzon.
  • Foram enterradas na serra da Nogueira e teriam morrido depois de um golpe mata-leão.
  • Prizzon raptou as duas no dia 20 de março e viajou para Portugal com os dois filhos, de 13 anos e 18 meses, que vão ser repatriados.
  • O ex-polícia francês, de 41 anos, aguarda julgamento na cadeia da Guarda.

O que aconteceu: a autópsia realizada no Gabinete de Medina Legal de Bragança confirmou que as duas mulheres assassinadas por Cédric Prizzon morreram por asfixia. Angela Legobien, 26 anos, e Audrey Cavalié, 40, foram vítimas do mesmo procedimento violento.

Quem está envolvido: o principal suspeito é Cédric Prizzon, ex-polícia francês de 41 anos. As vítimas eram companheira e ex-companheira do suspeito. O homicídio ocorreu com a participação de familiares que ficaram no local.

Quando e onde: os crimes ocorreram após o rapto no dia 20 de março. Os delitos aconteceram em território português, com o grupo a viajar para Portugal, incluindo dois filhos do suspeito, de 13 anos e 18 meses.

Autópsia confirma asfixia

As causas da morte, descritas pela perícia, apontam para asfixia. As vítimas foram sepultadas na serra da Nogueira. O caso está a ser investigado pelas autoridades competentes.

Por que aconteceu: o relatório indica que as mortes ocorreram durante o acto violento praticado pelo suspeito. Prizzon encontra-se detido, aguardando julgamento na cadeia da Guarda. Os filhos devem ser repatriados às respetivas famílias.

Desdobramentos e próximos passos

As autoridades continuam a diligenciar para esclarecer os factos e recopilar elementos relevantes ao processo. O caso mantém-se sob vigilância policial e judicial, sem detalhes adicionais no momento.

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