Moisés Fonseca, de , está preso há 12 anos pela morte da ex-mulher Carla Santos, ocorrida em Monte Abraão, Sintra. Trabalha na cadeia da Carregueira como faxina e cuidador de reclusos idosos. A recente revista na cela levantou preocupações sobre abastecimento.
Guardas prisionais apreenderam uma quantidade significativa e suspeita de mercearia escondida, o que gerou dúvidas sobre a origem dos bens. Dois cenários são considerados: roubo entre reclusos ou utilização dos bens como pagamento por favores ilegais.
Fonseca, que já atuou como tradutor para a Google, ficou irritado com a situação e iniciou uma greve de fome, exigindo uma resposta. Após alguns dias, recebeu tratamento hospitalar. A direção da prisão investiga a origem dos itens.
Contexto da investigação
Segundo os guardas, o caso envolve a possível apropriação de mantimentos pelos presos. Ainda não há provas conclusivas sobre autoria ou finalidade dos bens encontrados.
Fonseca já teve conduta regular na prisão, incluindo pedidos de saídas precárias no ano passado, rejeitados pelo Tribunal de Execução de Penas. A instituição mantém a linha de apurar qualquer desvio de conduta.
Debates sobre o caso
A Polícia Judiciária informou que Fonseca admitiu, de forma informal, ser o responsável pela morte do cunhado Marcelo, em dezembro de 2013. O objetivo, segundo a versão apresentada, seria assegurar um benefício para a família no Centro.
A PJ não conseguiu, até agora, reunir provas suficientes para levar o caso a tribunal. O farol principal continua sendo a avaliação de novas evidências, sem confirmar qualquer conclusão.
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