- Depoimento da irmã de grávida da Murtosa foi revelado no Investigação CM desta segunda-feira, 30 de março de 2026.
- A família de Mónica Silva nunca aceitou a absolvição de Fernando Valente.
- O Ministério Público da Relação do Porto apresentou recurso contra a absolvição de Fernando Valente.
- Um ex-inspetor da Polícia Judiciária explicou que a ausência de corpo não significa impunidade.
- Zena Pacheco comenta a proximidade entre Eva e João.
O CM divulga, nesta segunda-feira, 30 de março de 2026, novos elementos da investigação envolvendo a mãe de uma grávida da Murtosa. O novo depoimento revela o relato da irmã da mulher, acrescentando detalhes sobre as circunstâncias vividas na altura.
A família de Mónica Silva não aceitou a absolvição de Fernando Valente. O processo tem sido alvo de contestação pública e familiar, que sustenta a perspetiva de que a decisão não refletiu todos os factos relevantes.
O Ministério Público da Relação do Porto informou ter apresentado recurso da absolvição, anunciando que continuará a acompanhar o desfecho do caso com diligência. A defesa de Valente não comentou de imediato o recurso.
A ausência de um corpo continua a ser tema de debate no caso. Um ex-inspetor da Polícia Judiciária explicou que a inexistência de cadáver não implica automaticamente impunidade, descrevendo limitações de prova e de testemunhos em situações similares.
Zena Pacheco aproximou-se da relação entre Eva e João, descrevendo a proximidade entre as partes à luz dos acontecimentos. O depoimento acrescenta novas perspetivas sobre as dinâmicas familiares envolvidas e o impacto emocional na comunidade.
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