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Educadora de infância acusada de 14 crimes de maus-tratos em Tondela

Caso envolve 14 crimes de maus-tratos a 12 crianças entre três e cinco anos; educadora suspensa e em inquérito desde 2017

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  • Educadora de infância, de 64 anos, é acusada de catorze crimes de maus-tratos a doze crianças com idades entre três e cinco anos, num infantário em Tondela.
  • Crimes teriam ocorrido entre 2017 e 2023, envolvendo métodos agressivos para obrigar as crianças a comerem ou ficarem quietas.
  • Segundo a acusação, a educadora obrigava as crianças a despir-se, privava-as de irem à casa de banho, lavava a língua com água e sabão e acertava palmadas.
  • O Ministério Público descreve que, ao menor movimento, ordenava que tirassem peças de roupa até ficarem desnudos da parte de cima ou de cuecas e bibas.
  • Em 2023 foi instaurado um processo disciplinar, a educadora foi suspensa por noventa dias e transferida para a biblioteca da Escola Básica de Tondela, enquanto o MP abriu inquérito-crime.

Uma educadora de infância foi acusada de 14 crimes de maus-tratos a 12 crianças com idades entre os três e os cinco anos, num infantário em Tondela. Os feitos teriam ocorrido entre 2017 e 2023, segundo o Ministério Público. A arguida, hoje com 64 anos, é alvo de um processo-crime e de um inquérito em investigação.

A acusação descreve métodos agressivos e antipedagógicos para forçar as crianças a comerem ou a ficarem em silêncio, incluindo a privação de casa de banho e a lavagem da língua com água e sabão. As vítimas eram obrigadas a despirem-se conforme as ordens da educadora, chegando a ficar apenas com peças de roupa interior em algumas situações.

Em 2023, foi aberto um processo disciplinar e a educadora foi suspensa por 90 dias pelo Ministério da Educação. O MP instaurou o inquérito-crime e a arguida foi transferida para a biblioteca da Escola Básica de Tondela, enquanto prossegue a investigação.

Contexto e próximos passos

O jornal aguarda atualizações oficiais sobre o andamento do inquérito e eventuais diligências adicionais. O Ministério Público continuará a avaliar as provas apresentadas pelas autoridades policiais e a gerir o processo judicial.

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