O ministro da Administração Interna afirmou na sexta-feira que o ataque com um engenho incendiário contra a Marcha pela Vida, em Lisboa, poderá ser considerado um crime de natureza terrorista. A declaração ocorreu no final de uma cerimónia ligada aos 50 anos do Corpo de Intervenção da PSP.
O incidente ocorreu no sábado e envolveu cerca de 500 participantes na marcha. Um homem lançou um cocktail molotov contra os presentes, sem que a engenho explosivo tenha detonado. O Governo rejeita este tipo de ato e reforça a intolerância a crimes desta natureza.
Luís Neves, com experiência em contraterrorismo e na liderança de entidades que investigam estes crimes, sublinhou a gravidade do caso e a necessidade de uma investigação cuidadosa para apurar responsabilidades.
A cerimónia em que se encontrava o ministro antecedeu as declarações, decorando Lisboa para assinalar os 50 anos do Corpo de Intervenção da PSP. O Governo assegura continuidade na fiscalização e na resposta a situações de violência.
As autoridades competentes seguem a investigar o incidente, com foco na identificação do agressor e na avaliação de possíveis ligações com outros atos de violência. A tranquilidade pública permanece como prioridade.
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