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Condenados por violência doméstica em Coimbra

Prisão efetiva de quatro anos para um agressor; o outro recebe cinco anos suspensos, condicionados a não contactar a vítima

Os dois casos foram julgados no Tribunal de Coimbra
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  • Dois homens, de 36 e 42 anos, foram condenados pelo Tribunal de Coimbra em dois processos distintos por violência doméstica.
  • O caso mais grave ocorreu em Pampilhosa da Serra, onde o homem de 36 anos, já proibido de se aproximar da ex-companheira, recebeu quatro anos de prisão efetiva.
  • Na leitura do acórdão, ficou provada a violação de coação, envio de dezenas de mensagens insultuosas, entrada forçada na residência e perseguição de carro, com algumas agressões na presença dos filhos; houve intercetção pela GNR.
  • O segundo arguido, engenheiro residente em Coimbra, ficou com a pena suspensa por cinco anos, desde que não contacte a vítima, condenado por violência doméstica e violação na forma agravada.
  • Este caso envolveu controlo da vida da ex-companheira, insultos e agressões, ocorridas após o casal se separar e, depois de reatado o relacionamento, novo episódio violento durante a separação.

Dois homens, de 36 e 42 anos, foram condenados pelo Tribunal de Coimbra, em dois processos distintos, por violência doméstica. Um deles terá de cumprir quatro anos de prisão efetiva, enquanto o outro fica com cinco anos suspensos, mediante condições.

O caso mais grave ocorreu em Pampilhosa da Serra. O arguido de 36 anos já estava proibido de se aproximar da ex-companheira quando ocorreram os factos, o que motivou a mudança para prisão preventiva. No acórdão, a juíza considerou comprovadas as acusações.

O arguido de 36 enviou dezenas de mensagens com insultos, forçou a entrada na casa e perseguiu a vítima de carro, sendo intercetado pela GNR. Foi condenado pela prática de violência doméstica, violação na forma tentada, condução em estado de embriaguez e violação de domicílio, ocorrendo algumas agressões na presença dos filhos menores.

O segundo arguido, engenheiro residente em Coimbra, recebeu pena suspensa desde que não contacte a vítima. Ele exercia controlo sobre a vida da ex-companheira e também a insultava. Agressões ocorreram pela primeira vez quando ela estava grávida; o casal separou-se, reatou o relacionamento e, já separados, houve nova agressão com múltiplas lesões. Foi condenado por violência doméstica e violação na forma agravada.

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