- Uma mulher de 20 anos foi condenada por graffiti por colar autocolantes de olhos de plástico numa escultura famosa no sul da Austrália.
- Amelia Vanderhost foi considerada culpada no Tribunal de Magistrados de Mount Gambier e condenada a pagar 2 mil dólares australianos de compensação, além de 60 horas de serviço comunitário.
- A ré foi também associada ao consumo de MDMA e três litros de vodka na noite do incidente, em setembro de 2025; a acusação foi alterada de danos à propriedade para graffiti após negociações.
- O advogado afirmou que Vanderhost tem vindo a tomar medidas para corrigir os problemas subjacentes, incluindo reduzir o uso de substâncias e estabilizar as circunstâncias pessoais.
- A escultura Cast in Blue, conhecida localmente como o Blue Blob, custa cerca de 136 mil dólares australianos; a presidente da Câmara, Lynette Martin, descreveu os autocolantes como dano intencional e sublinhou que a reparação é dispendiosa.
Uma mulher de 20 anos foi condenada no sul da Austrália por graffiti após colar autocolantes de olhos de plástico numa escultura pública. A multa é de 2 mil dólares australianos e inclui 60 horas de serviço comunitário. A ocorrência ocorreu em setembro de 2025.
O caso foi julgado no Tribunal de Magistrados de Mount Gambier, que alterou a acusação de danos à propriedade para graffiti após negociações com a acusação. A decisão mantém a condenação pela ação que afetou uma obra pública de alto custo.
O advogado Michael Hill explicou que a ré estava sob o efeito de MDMA e consumiu três litros de vodka na noite do incidente. Hill também indicou que Vanderhost tem tomado medidas para enfrentar questões subjacentes, incluindo redução do consumo de substâncias e estabilização de circunstâncias pessoais.
A obra em causa é a escultura “Cast in Blue”, inaugurada em julho passado e popular entre os moradores como o “Blue Blob”. O projeto custou cerca de 136 mil dólares australianos e visa representar uma megafauna mítica inspirada num marsupial ancestral que existiu localmente.
O presidente da Câmara, Lynette Martin, qualificou os autocolantes como dano intencional a uma peça de arte pública de valor, destacando que os reparos podem ser dispendiosos, uma vez que a remoção pode danificar a escultura.
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