O suspeito detido por alegado envolvimento no sequestro e roubo de Ricardo Claro, gestor de um restaurante de luxo no Algarve, não teve data de ocorrência divulgada. O caso envolve ainda a tentativa de fuga para o Brasil, segundo o Ministério Público.
Rogério, nascido no Brasil, já possuía nacionalidade portuguesa. Essa duplicidade de nacionalidades foi apontada como uma das razões para o elevado risco de fuga detectado pela autoridade judiciária.
O juiz de instrução criminal do Tribunal Judicial de Faro decidiu pela prisão preventiva, devido ao potencial perigo de ocultação de provas ou de fuga para o exterior, conforme os elementos relevantes apresentados no processo.
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