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Professora impede agressões do padrasto a aluno de 8 anos

Professora denuncia agressões de padrasto a aluno de oito anos; menor hospitalizado, proteção provisória entregue a outro familiar e caso encaminhado ao Ministério Público

Menor que denunciou o padastro já estava sinalizado
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  • Uma professora de uma escola básica em Muge, Salvaterra de Magos, denunciou à GNR agressões contra um aluno de oito anos.
  • A criança chegou à escola com hematomas e nódoas negras, tendo sido encaminhada ao Hospital de Santarém.
  • O menor já era acompanhado pela Comissão de Protecção de Crianças e Jovens (CPCJ) e acusou o padrasto, um homem de cinquenta e cinco anos, pelas agressões.
  • A denúncia foi comunicada ao Ministério Público; o suspeito não foi detido nem constituído arguido por falta de flagrante delito, e a custódia da criança foi entregue a outro familiar provisoriamente.
  • A professora pediu a presença de técnicos da CPCJ e de uma patrulha da GNR na escola na sexta-feira, para acompanhar o caso.

A professora de uma escola do 1º ciclo em Muge, Salvaterra de Magos, denunciou à GNR que um aluno de 8 anos sofreu agressões pelo padrasto. A comunicação ocorreu na passada sexta-feira, após a docente observar indícios de maus-tratos durante o horário escolar.

O menor chegou à escola com hematomas e nódoas negras visíveis, tendo sido encaminhado ao Hospital de Santarém para avaliação médica. A CPCJ de Salvaterra de Magos já tinha conhecimento de sinais de falta de higiene no agregado familiar.

A denúncia envolve um homem de 55 anos, pai do menor, apontado pela vítima como autor das agressões. O caso foi comunicado ao Ministério Público; o padrasto ainda não foi detido nem constituído arguido, por falta de flagrante delito.

A custódia da criança, entregue à mãe, está provisoriamente atribuída a outro familiar. O Ministério Público deverá ouvir o agressor em depor, no âmbito da investigação em curso.

Investigação e próximos passos

A GNR confirmou o registo da denúncia e a intervenção de técnicos da CPCJ na escola. O processo segue para análise do Ministério Público, com eventual abertura de instrução e decisão sobre medidas de proteção à vítima.

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