- Um militar de 42 anos, a cumprir serviço em Porto de Mós, Leiria, é acusado de tráfico de armas.
- Ele vendeu, por 3 mil euros, a revolver ilegal usado no homicídio de Elisabete.
- A arma foi utilizada por Pedro Martins para matar Elisabete na clínica onde estava internado, no Porto.
- A acusação aponta para venda de arma de fogo de forma ilícita pelo militar.
O caso envolve uma arma vendida por um cabo da GNR a um indivíduo já ligado a um homicídio. Um militar de 42 anos, com serviço em Porto de Mós, Leiria, está a ser acusado de tráfico de armas. A arma em questão, um revólver ilegal, foi vendida ao autor do crime por 3 mil euros. A arma foi utilizada por Pedro Martins para matar Elisabete na clínica onde estava internado, no Porto. Não há, no momento, confirmação oficial de quando ocorreu o crime.
Segundo as autoridades, a venda da arma foi realizada pelo cabo da GNR a uma pessoa que, mais tarde, utilizou-a no homicídio. O arguido pela traficância de armas já está a ser processado, com a acusação de facilitar o acesso a um armamento proibido. O montante da venda é indicado pelos investigadores como parte central do processo.
O crime ocorreu na clínica onde Elisabete se encontrava internada no Porto. A vítima, cujo contexto de enfermidade não é detalhado neste momento, foi vítima de um ataque com o revólver ilegal. As autoridades continuam a investigar as circunstâncias da venda e a ligação entre o militar de Porto de Mós, a arma e o homicídio.
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