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Pedida rapidez na investigação do assassinato de jornalista na Venezuela

O Colégio Nacional de Jornalistas pede celeridade às investigações do assassinato da jornalista Yolimar Hidalgo, elevando para dois os profissionais mortos este mês na Venezuela

Yolimar Hidalgo
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  • O Colégio Nacional de Jornalistas (CNP) pediu celeridade às autoridades nas investigações sobre o assassínio da jornalista Yolimar Hidalgo, em Cágua, Arágua, Venezuela.
  • Hidalgo, de 30 anos, morreu após ser atingida por um tiro na cabeça numa residência do bairro Huete, em Cágua, município de Sucre.
  • O caso eleva para dois o número de profissionais da comunicação assassinados este mês no país.
  • Segundo a imprensa local, o incidente ocorreu no domingo.
  • A solicitação do CNP foi divulgada numa mensagem publicada na rede social X.

O Colégio Nacional de Jornalistas (CNP) pediu celeridade às investigações sobre o assassinato da jornalista Yolimar Hidalgo, ocorrido em Cagua, no estado de Arágua. O ocorrido eleva para dois o número de profissionais assassinados este mês na Venezuela.

Hidalgo tinha 30 anos e foi morta no domingo por um tiro na cabeça, numa residência do bairro Huete, em Cagua, município de Sucre.

O anúncio foi feito por comunicado divulgado na rede social X na quarta-feira, defendendo que as investigações avancem para esclarecer o caso.

O sucedido aumenta o saldo de violência contra jornalistas no país, com informações locais a indicar a dupla morte de profissionais neste mês. As autoridades não avançaram com prisões ou motivações até o momento.

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