- A equipa do programa Repórter Sábado, da NOW, foi alvo de agressões em Gaia, no fim de semana, na sequência de uma investigação a uma alegada falsa agência de modelos, a Passarela.
- O Sindicato dos Jornalistas exige uma ação rápida e exemplar das autoridades, já que as imagens identificam o agressor e evidenciam a gravidade das agressões e ameaças.
- O SJ lembra que ataques contra jornalistas no exercício da profissão são crime público, equiparados a agressões contra titulares de cargos públicos.
- O Ministério Público deve promover o competente procedimento criminal independentemente de queixa.
- A violência contra jornalistas é vista como uma afronta à liberdade de imprensa e ao direito à informação, princípios da Constituição da República Portuguesa.
O programa Repórter Sábado, da NOW, foi alvo de agressões no fim de semana, em Gaia, após a emissão de uma investigação sobre uma alegada agência de modelos falsa, a Passarela, que terá provocado a violência.
A equipa de reportagem foi atacada na Avenida da República, com as imagens a mostrarem agressões e ameaças. O agressor já foi identificado pelas próprias imagens, segundo o Sindicato dos Jornalistas.
O SJ pediu uma ação rápida e exemplar por parte das autoridades, destacando que os atos violentos contra jornalistas são crimes públicos no Código Penal português e, por isso, merecem rigorosa intervenção do Ministério Público.
Em comunicado enviado às redações, o sindicato sublinhou que a violência contra profissionais de imprensa fere a liberdade de expressão e o direito à informação, valores consagrados na Constituição.
Reação do Sindicato dos Jornalistas
O SJ defende que a behandeldação do caso deve ser célere, com responsabilização adequada, para preservar o estado de direito e a transparência das investigações.
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