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Ronda de investimento avalia Trade Republic em 12,5 mil milhões

Trade Republic vê a avaliação subir para 12,5 mil milhões de euros após ronda secundária liderada por grandes fundos, ampliando a base acionista com investidores de longo prazo

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Jornal PT50
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  • A Trade Republic viu a sua avaliação subir para 12,5 mil milhões de euros após uma ronda secundária de 1,2 mil milhões.
  • Os investidores que lideraram a operação incluem Founders Fund, Sequoia, Accel, TCV e Thrive, fortalecendo a posição na estrutura acionista.
  • Além dos acionistas existentes, entraram na empresa Fidelity, Wellington, GIC e os family offices europeus Aglae e Lingotto (Arnault e Agnelli).
  • Os investidores adquiriram participações a acionistas iniciais, segundo a empresa em comunicado.
  • O cofundador Christian Hecker sublinha que a base de clientes quase dobrou nos últimos 18 meses, para mais de 10 milhões, e que a Trade Republic foi criada para reduzir o défice de pensões na Europa.

A Trade Republic viu a sua avaliação subir para 12,5 mil milhões de euros após uma ronda secundária liderada por investidores de peso, que levantou 1,2 mil milhões para o banco digital alemão. A operação reforça a posição da empresa no sector fintech, através de novos aportes de capitais.

Entre os investidores que lideraram a operação estão Founders Fund, Sequoia, Accel, TCV e Thrive, que passam a ter maior participação na estrutura acionista. Além dos já existentes, entraram novos parceiros de longo prazo, incluindo Fidelity, Wellington e GIC, bem como family offices europeus Aglae e Lingotto, associadas às famílias Arnault e Agnelli.

Segundo a Trade Republic, os novos investidores adquiriram participações de acionistas iniciais. O banco assinala que o entusiasmo reflete o desempenho significativo da empresa nos últimos anos e o crescimento constante desde o lançamento em 2019.

Crescimento de base de clientes

Christian Hecker, cofundador da Trade Republic, destacou que a base de clientes duplicou nos últimos 18 meses, para acima de 10 milhões, e sublinhou que a missão do banco é contribuir para reduzir o défice de pensões na Europa, numa altura em que os sistemas públicos enfrentam pressão para cumprir promessas.

Pablo López, country manager da Trade Republic na Península Ibérica, acrescentou que a operação demonstra que o futuro dos sistemas de pensões passa pela poupança privada acessível, simples e de baixo custo, como complemento ao pilar público.

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