- Os prejuízos das tempestades aos rios e à costa devem ultrapassar os 300 milhões de euros, ainda sem fechar as contas.
- Sem ações preventivas, os danos teriam sido superiores, com água a chegar ao Terreiro do Paço, em Lisboa, e a invadir fortemente a zona ribeirinha de Amarante.
- Agora aproveita-se o período de calmaria para reparar rombos e planear a recuperação das praias para a época balnear.
- As obras visam medidas urgentes e intervenções estruturais para mitigar cheias fluviais e erosão costeira.
- A gestão de barragens foi determinante para evitar um cenário ainda mais grave, apesar da forte erosão costeira.
A soma das perdas causadas pelas tempestades, já identificada, deve superar os 300 milhões de euros, repartida entre cheias fluviais e danos na orla costeira. O montante ainda não está finalizado, mas exige ações urgentes e intervenções estruturais.
Apesar da gravidade, as ações preventivas evitaram danos ainda maiores, com a água a não chegar a Lisboa, onde o Terreiro do Paço poderia ter sido atingido, e a proteger a margem ribeirinha de Amarante, no norte.
Durante a fase de calmaria, as autoridades trabalham na reparação de rombos e no planeamento de medidas para recuperar praias, visando minimizar impactos na época balnear e reforçar a resiliência costeira.
Gestão de barragens e ações futuras
A gestão de barragens foi determinante para reduzir consequências. A prioridade passa pela recuperação de infraestruturas e pela implementação de intervenções que mitiguem futuros episódios de forte erosão costeira.
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