- O comandante da Força Operacional Conjunta Portuguesa, Hugo Santos, e o embaixador português em Caracas, Frederico Silva, visitaram o hospital para Hernán Gil.
- Hernán ficou oito dias soterrado numa zona de escombros de um centro comercial em Catia La Mar, no estado de La Guaira.
- A equipa portuguesa foi a primeira a localizar a posição dele e a avançar até ao local.
- Recebeu uma camisola com o número sete da Seleção portuguesa, autografada por Cristiano Ronaldo.
- Hernán afirmou ao canal estatal Telesur que é um guerreiro e agradeceu aos socorristas pelo apoio.
Hugo Santos, comandante da Força Operacional Conjunta Portuguesa (FOCON), e Frederico Silva, embaixador de Portugal em Caracas, visitaram o hospital para apoiar Hernán Gil, venezuelano resgatado após oito dias de entre os escombros de um centro comercial em Catia La Mar, La Guaira. O resgate contou com equipas de socorro portuguesas e de outros países, tendo ganho divulgação mundial.
A equipa portuguesa foi a primeira a localizar Hernán e a deslocar-se até ao local de onde ele foi retirado. Nas imagens divulgadas pela Embaixada de Portugal em Caracas, o homem surge com uma camisola da Seleção Portuguesa, número 7, autografada por Cristiano Ronaldo.
O que aconteceu e como ocorreu
Hernán ficou preso na cabina de vigilância durante várias horas, sem visibilidade. Ao longo do sequestro, recebeu água, bebidas energéticas, alimentos e medicamentos por uma sonda, com o apoio de socorristas via telemóvel.
A comunicação com os socorristas começou por um sinal sonoro e evoluiu para contacto direto, permitindo que Hernán soubesse onde estavam os ajudantes. A calma foi destacada pelo sobrevivente como fator decisivo para a continuidade da operação.
Reação e mensagem
Após sair para a luz, Hernán descreveu o apoio dos socorristas como essencial e mencionou a importância de manter a sanidade durante o confinamento. Do hospital, enviou ainda uma mensagem para reforçar a união entre venezuelanos, sem ressalvas de conflito.
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