- Às 22h19 de sexta-feira, o primeiro de dois aviões KC-390 da Força Aérea Portuguesa partiu de Beja com 64 operacionais da Força Conjunta Nacional a bordo, com destino a Caracas.
- A missão envolve busca, salvamento e primeiros socorros para o povo venezuelano.
- O presidente da ANEPC, José Manuel Moura, destacou o “tempo recorde” da resposta e a complexidade da operação humanitária.
- A segurança da equipa foi a prioridade, com operacionais de várias áreas a bordo.
- A segunda aeronave KC-390 partiu às 23h57; o primeiro voo deveria ter saído às 18h, mas houve um atraso de quatro horas.
Foi às 22h19 de sexta-feira que o primeiro de dois aviões KC-390 da Força Aérea Portuguesa, com 64 operacionais da Força Conjunta Nacional (FCN) a bordo, decolou da Base Aérea 11, em Beja, com destino a Caracas. A missão envolve busca, salvamento e primeiros socorros à população venezuelana.
O presidente da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), José Manuel Moura, destacou o tempo recorde da resposta. A operação é descrita como complexa e com riscos, mas orientada para apoiar quem precisa.
Foi dada prioridade à segurança de toda a equipa de 64 operacionais, oriundos de várias áreas, antes da partida. O objetivo é atuar num cenário considerado dantesco pela crise humanitária na Venezuela.
A saída do primeiro voo, inicialmente prevista para as 18h, acabou por ocorrer quatro horas depois devido a ajustes de preparação. Moura enfatizou que a necessidade de prontidão não inviabiliza a correta organização.
A segunda aeronave KC-390 seguiu viagem às 23h57, completando a missão de envio de recursos e pessoal para apoiar as operações de socorro na região. Os detalhes logísticos da missão não foram divulgados.
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