- Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 deixaram 929 mortos, com 85 desaparecidos, na Venezuela.
- Entre as vítimas estão pelo menos 28 portugueses.
- As buscas por familiares e amigos soterrados continuam 48 horas após os abalos.
- A líder venezuelana visitou o terreno e a ajuda internacional já começou a chegar.
- Equipes de resgate mantêm o trabalho de localizar pessoas nos escombros.
Entre dois sismos de magnitude 7,2 e 7,5, a Venezuela vive uma corrida contra o tempo para localizar pessoas soterradas nos escombros. As operações de resgate prosseguem, já passaram 48 horas desde os tremores.
Até ao momento, o número de mortos atingiu quase mil, com 929 registos oficiais. Entre as vítimas, 28 são de nacionalidade portuguesa, e há 85 cidadãos portugueses ainda dados como desaparecidos.
Equipa de resgate, autoridades venezuelanas e ajuda internacional intervêm no terreno desde o começo da crise. A líder venezuelana visitou zonas afetadas para acompanhar os trabalhos de procura.
Resposta internacional e cenário atual
As operações contam com apoio internacional que começa a chegar ao país. Organizações humanitárias planeiam aumentar o envio de bens, equipas e assistência médica para aliviar a pressão sobre os serviços locais.
Numa perspetiva humana, famílias aguardam por notícias de familiares, amigos ou conhecidos. Os esforços concentram-se em zonas de maior concentração populacional e em áreas de difícil acesso.
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