- Espanha, que comanda a força da ONU no Líbano (FINUL), pediu uma investigação ao ataque de quarta-feira.
- O ataque deixou um soldado da FINUL morto (capacete azul sérvio) e feriu vários soldados, incluindo dois espanhóis.
- O Ministério dos Negócios Estrangeiros condenou os ataques e pediu que os responsáveis prestem contas.
- O MNE elogiou o trabalho dos soldados da FINUL, em condições de violência, e destacou o esforço para manter a pausa acordada de cessar-fogo.
- A Espanha pediu a entrada em vigor do cessar-fogo acordado entre o Líbano e Israel.
Espanha, que lidera a missão de paz da ONU no Líbano (FINUL), pediu hoje uma investigação ao ataque de quarta-feira que tirou a vida a um capacete azul sérvio e feriu dois soldados espanhóis na base espanhola de Miguel de Cervantes, no sul do Líbano.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros emitiu um comunicado em que condena rotundamente o ataque e ressalta o trabalho dos militares da FINUL, que atuam numa área marcada por violência. O MNE também pediu o cumprimento do cessar-fogo entre Líbano e Israel.
O ataque ocorreu na base de Miguel de Cervantes, onde o contingente espanhol participa na FINUL. A defesa da integridade da força e a responsabilização dos autores são apontadas como prioridades pela Espanha.
Pedido de investigação e contexto
O MNE sublinha o comprometimento dos soldados e a necessidade de esclarecer as circunstâncias do ataque. A declaração lembra ainda a cooperação internacional para manter a estabilidade na região.
A Espanha reforça o apelo à contenção e à entrada em vigor do cessar-fogo acordado entre o Líbano e Israel, sublinhando a importância de condições de operação mais seguras para as tropas da FINUL.
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