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Portugal reforça presença no Báltico para monitorizar presença russa

Portugal reforça presença no mar Báltico com fragata e 165 militares para monitorizar atividade russa e sustentar a dissuasão da NATO

Cerimónia de largada do NRP D. Francisco de Almeida decorreu esta quarta-feira, 8 de abril, na Base Naval de Lisboa
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  • A fragata NRP D. Francisco de Almeida partiu de Portugal para o Báltico, integrando a Operação Brilliant Shield da NATO com uma guarnição de 165 militares.
  • A principal missão é monitorizar a atividade dos meios navais e aéreos da Federação Russa, contribuindo para a dissuasão pela presença naval da NATO.
  • Portugal reforça o flanco leste da NATO, com apoio de meios da Força Aérea destacados na região.
  • No âmbito da Missão de Polícia Aérea do Báltico da NATO, a Força Aérea Portuguesa envia quatro caças F-16M e 95 militares para a Base Aérea de Ämari, na Estónia, entre 1 de abril e 31 de julho.
  • Esta é a nona participação da Força Aérea nesta missão de policiamento aéreo dos Bálticos, que Portugal tem vindo a realizar desde 2007.

A fragata da Marinha Portuguesa NRP D. Francisco de Almeida parte esta quarta-feira para uma missão da NATO no mar Báltico, para monitorizar a presença russa. A operação envolve também meios da Força Aérea destacados na região. O navio está equipado com uma guarnição de 165 militares.

A missão, integrada na Operação Brilliant Shield, tem como principal objetivo acompanhar a atividade dos meios navais e aéreos da Federação Russa, contribuindo para a dissuasão pela presença naval da NATO.

A participação portuguesa demonstra o empenho na defesa dos interesses da Aliança Atlântica e reforça o reforço do flanco leste. Portugal já envolve militares e caças na região, destacados pela NATO.

Força Aérea em missão de policiamento aéreo

No âmbito da Missão de Polícia Aérea do Báltico, a Força Aérea Portuguesa coloca 4 caças F-16M e 95 militares na Base Aérea de Ämari, na Estónia, para apoiar a dissuasão e a proteção de infraestruturas na Estónia, Letónia e Lituânia.

A missão, que decorre entre 1 de abril e 31 de julho, envolve exercícios de treino aéreo, terrestre e naval em cooperação com forças locais e de outros membros da NATO. A FAP lidera os trabalhos nesta fase da operação.

A participação portuguesa reafirma o compromisso com a segurança do espaço aéreo e com a proteção do espaço fronteiriço dos estados bálticos, no marco das missões de policiamento da NATO.

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