- A Força Aérea Portuguesa interceptou, a 6 de abril, uma aeronave identificada como russa, no âmbito de uma missão de policiamento aéreo da NATO nos Países Bálticos.
- Os caças F-16M destacados na Estónia atuaram no âmbito da operação enhanced Air Policing 2026 (eAP26), com base na base de Ämari desde 1 de abril.
- A aeronave foi monitorizada pelo Centro de Operações Aéreas Combinadas de Uedem e acompanhada até junto da fronteira do espaço aéreo dos Bálticos.
- O contingente português na Estónia é composto por quatro aeronaves e até 95 militares, que operam até 31 de julho.
- Portugal já participou em nove missões de policiamento aéreo dos Bálticos, sendo esta a segunda a partir da Estónia.
A Força Aérea Portuguesa interceptou, na segunda-feira, 6 de abril, uma aeronave identificada como russa, no âmbito de uma missão de policiamento aéreo da NATO nos Países Bálticos. A operação foi realizada por caças F-16M destacados na Estónia.
O alerta foi emitido pelo Centro de Operações Aéreas Combinadas de Uedem, que detectou a aeronave a sobrevoar águas internacionais perto do espaço aéreo da NATO. Após a identificação, confirmou-se tratar-se de uma aeronave russa e o rasto foi acompanhado até à fronteira do espaço aéreo dos Bálticos.
Os F-16M portugueses estão destacados na Base Aérea de Ämari desde 1 de abril, no âmbito da missão enhanced Air Policing 2026, que decorre até 31 de julho. O contingente inclui quatro aeronaves e até 95 militares a operar a partir da Estónia.
Esta atuação visa contribuir para a defesa colectiva da NATO e reforçar a segurança nos Estados Bálticos através do policiamento do espaço aéreo aliado. Portugal já participou em nove missões de policiamento dos Bálticos, sendo esta a segunda a partir da Estónia.
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