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Comandante do Exército israelita afirma que a campanha não terminou

Comandante Eyal Zamir afirma que a campanha não terminou; as Forças de Defesa de Israel estão prontas para defender e atacar em várias frentes, incluindo Líbano e Gaza

Comandante do exército israelita, Eyal Zamir
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  • O comandante do exército de Israel, Eyal Zamir, afirmou que a campanha não terminou e que as Forças de Defesa de Israel (IDF) estão preparadas para defesa e ataque.
  • Durante uma visita à Cisjordânia, Zamir disse que não há contenção, apenas iniciativa, apesar das tréguas entre Israel, Irão, Líbano e Gaza desde outubro do ano passado.
  • O chefe das IDF indicou que as forças atuam em todos os cenários, incluindo a frente libanesa contra o Hezbollah, apoiado pelo Irão.
  • Zamir destacou uma “extensa atividade antiterrorista” no norte da Cisjordânia e na Faixa de Gaza, com operações diárias contra alvos inimigos.
  • O conflito envolve Hamas, Hezbollah e ações iranianas; o cessar-fogo com o Líbano não foi integralmente respeitado e negociações entre Washington e Teerão ainda não produziram resultados.

O comandante do Exército de Israel, Eyal Zamir, afirmou durante uma visita à Cisjordânia que a campanha militar não terminou e que as tropas continuam prontas para atuar, tanto na defesa como em ações ofensivas.

Segundo Zamir, as Forças de Defesa de Israel (IDF) mantêm-se em alerta constante, sem contenção, aptas a retomar combates em qualquer frente, desde a Judeia e Samaria até Teerão, caso haja necessidade.

O chefe militar destacou a atuação conjunta em várias frentes, incluindo a fronteira com o Líbano, onde o Hezbollah tem apoio do Irão, bem como operações no norte da Cisjordânia e na Faixa de Gaza, onde se mantém uma ofensiva antiterrorista.

As IDF referem-se a uma situação de atividade contínua após os ataques de Hamas em Israel, que despoletaram a guerra na Gaza. O conflito envolveu ainda o Hezbollah e o Líbano, desde 2023, com interrupções relativas a trégua.

Após um cessar-fogo em novembro de 2024, o Hezbollah retomou ataques aéreos contra Israel, em resposta a ações durante uma ofensiva israelo-americana contra o Irão a 28 de fevereiro. As operações em território libanês intensificaram-se.

O Hezbollah não reconheceu a trégua entre Israel e o Governo libanês, mantendo confrontos. Enquanto isso, o Irão viveu um cessar-fogo frágil para negociações entre Washington e Teerão, ainda sem avanços.

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