O comandante do Exército de Israel, Eyal Zamir, afirmou durante uma visita à Cisjordânia que a campanha militar não terminou e que as tropas continuam prontas para atuar, tanto na defesa como em ações ofensivas.
Segundo Zamir, as Forças de Defesa de Israel (IDF) mantêm-se em alerta constante, sem contenção, aptas a retomar combates em qualquer frente, desde a Judeia e Samaria até Teerão, caso haja necessidade.
O chefe militar destacou a atuação conjunta em várias frentes, incluindo a fronteira com o Líbano, onde o Hezbollah tem apoio do Irão, bem como operações no norte da Cisjordânia e na Faixa de Gaza, onde se mantém uma ofensiva antiterrorista.
As IDF referem-se a uma situação de atividade contínua após os ataques de Hamas em Israel, que despoletaram a guerra na Gaza. O conflito envolveu ainda o Hezbollah e o Líbano, desde 2023, com interrupções relativas a trégua.
Após um cessar-fogo em novembro de 2024, o Hezbollah retomou ataques aéreos contra Israel, em resposta a ações durante uma ofensiva israelo-americana contra o Irão a 28 de fevereiro. As operações em território libanês intensificaram-se.
O Hezbollah não reconheceu a trégua entre Israel e o Governo libanês, mantendo confrontos. Enquanto isso, o Irão viveu um cessar-fogo frágil para negociações entre Washington e Teerão, ainda sem avanços.
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