- A FINUL denunciou que seis drones explodiram ou se despenharam junto ao seu quartel-general em Naqoura, no sul do Líbano, nos últimos dias, alguns dentro do próprio complexo.
- Na segunda-feira, três aparelhos não tripulados explodiram a poucos metros do quartel, alegadamente lançados pelo Hezbollah contra potenciais militares israelitas.
- Na terça-feira, outros dois drones voltaram a explodir, um deles no interior das instalações das Nações Unidas.
- No domingo, um sexto drone despenhou-se numa zona ao ar livre da base, onde está o contingente italiano.
- A FINUL reforçou o apelo para que as partes evitem operações nas imediações de posições e pessoal da ONU e se abstenham de ações que ponham os capacetes azuis em risco, numa região com confrontos entre Hezbollah e o Exército israelita.
A missão de paz da ONU no Líbano, a FINUL, denunciou que seis drones explodiram ou se despenharam junto ao seu quartel-general em Naqoura, no sul do país, nos últimos dias. Alguns chegaram a entrar no próprio complexo.
Três aparelhos caíram a poucos metros do quartel na segunda-feira, alegadamente lançados pelo Hezbollah contra militares israelitas. Na terça-feira, dois drones voltaram a explodir, incluindo um dentro das instalações da ONU.
No domingo, um sexto drone despenhou-se numa área exterior da base, onde está o contingente italiano. A FINUL frisou que as atividades de Hezbollah e de militares israelitas perto de posições da ONU aumentam o risco para os capacetes azuis.
A missão pediu às partes que evitem operar nas imediações de posições e pessoal da ONU e apelou à abstenção de ações que ponham em perigo o contingente. A área de operações vai da fronteira com Israel ao rio Litani.
Desde 2 de março, seis militares da FINUL morreram e vários ficaram feridos numa ampla campanha de bombardeamentos de Israel contra posições atribuídas ao Hezbollah. O grupo xiita libanês tem alegadamente respondido com ataques.
O Hezbollah tem ataques em retaliação pela morte de figuras iranianas e pela ofensiva coordenada entre Estados Unidos e Israel. A FINUL continua monitorizando a situação e os alertas sobre riscos na região.
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