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EUA asseguram que Teerão perdeu capacidade de lançar mísseis balísticos

EUA afirmam que Irão perdeu capacidade militar para mísseis balísticos, com sanções a agravar economia e desmantelar estruturas de produção

Tanto Trump como o secretário da Defesa dos EUA, Pete Hegseth (na imagem), têm afirmado que o Irão sofreu graves reveses militares como resultado da ofensiva
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  • Os EUA afirmam que o Irão foi militarmente derrotado na ofensiva iniciada a 28 de fevereiro, destruindo mísseis balísticos, desmantelando instalações de produção, afundando a Marinha e enfraquecendo grupos subsidiários.
  • A porta-voz da Casa Branca, Olivia Wales, disse que o Irão está a ser estrangulado economicamente pela operação “Fúria Económica”, com novas sanções norte‑americanas.
  • Segundo ela, o Irão perde cerca de 427 milhões de euros por dia devido ao bloqueio do estreito de Ormuz, que levou Teerão a restringir a navegação durante a ofensiva conjunta dos EUA e de Israel.
  • O The New York Times sugeriu que 30 de 33 locais de mísseis ao largo do estreito teriam sido restabelecidos, afirmação que os EUA contestam, dizendo que o regime não reconstruiu o seu Exército.
  • As negociações entre EUA e Irão, mediadas pelo Paquistão, estão em curso em Islamabade, mas a segunda reunião foi adiada por tempo indeterminado, com Teerão a afirmar que responderá a qualquer novo ataque.

É feito saber pelos EUA que Teerão perdeu capacidade de lançar mísseis balísticos após a ofensiva iniciada a 28 de fevereiro. O anúncio não especifica detalhes adicionais, mas afirma derrota estratégica de Teerã no contexto da operação conjunta.

A gestão de Donald Trump afirma que a ofensiva, designada de Fúria Épica, visou destruir mísseis balísticos, desmantelar instalações de produção, afundar a Marinha iraniana e enfraquecer grupos subsidiários. A narrativa compara o impacto ao colapso militar de Teerã.

Além disso, Washington diz que Teerã fica economicamente sufocado pela operação Fúria Económica, com sanções reforçadas. O bloco queimou, segundo as autoridades norte‑americanas, cerca de 427 milhões de euros diários devido ao bloqueio do estreito de Ormuz.

A Casa Branca sustenta que o regime iraniano reconhece a insustentabilidade da atual realidade estratégica. O presidente Donald Trump afirmaria, segundo o comunicado, ter “cartas na manga” para responder a desenvolvimentos futuros.

Há também a alegação de que Teerã pode ter restabelecido parte do acesso a locais de mísseis perto do estreito de Ormuz, conforme relatos citados pelo jornal The New York Times. Fontes do serviço de inteligência não foram identificadas.

Situação diplomática

O processo de diálogo entre EUA e Irão é mediado pelo Paquistão. As negociações, iniciadas após um cessar-fogo em 8 de abril em Islamabad, encontram-se suspensas, com divergências a impedir uma segunda reunião.

O bloqueio do estreito de Ormuz, aliado a ações recentes contra navios iranianos, é apontado por Teerão como fator de atraso nas negociações. O país mantém a ameaça de retomar respostas militares caso falhem as vias diplomáticas.

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