É feito saber pelos EUA que Teerão perdeu capacidade de lançar mísseis balísticos após a ofensiva iniciada a 28 de fevereiro. O anúncio não especifica detalhes adicionais, mas afirma derrota estratégica de Teerã no contexto da operação conjunta.
A gestão de Donald Trump afirma que a ofensiva, designada de Fúria Épica, visou destruir mísseis balísticos, desmantelar instalações de produção, afundar a Marinha iraniana e enfraquecer grupos subsidiários. A narrativa compara o impacto ao colapso militar de Teerã.
Além disso, Washington diz que Teerã fica economicamente sufocado pela operação Fúria Económica, com sanções reforçadas. O bloco queimou, segundo as autoridades norte‑americanas, cerca de 427 milhões de euros diários devido ao bloqueio do estreito de Ormuz.
A Casa Branca sustenta que o regime iraniano reconhece a insustentabilidade da atual realidade estratégica. O presidente Donald Trump afirmaria, segundo o comunicado, ter “cartas na manga” para responder a desenvolvimentos futuros.
Há também a alegação de que Teerã pode ter restabelecido parte do acesso a locais de mísseis perto do estreito de Ormuz, conforme relatos citados pelo jornal The New York Times. Fontes do serviço de inteligência não foram identificadas.
Situação diplomática
O processo de diálogo entre EUA e Irão é mediado pelo Paquistão. As negociações, iniciadas após um cessar-fogo em 8 de abril em Islamabad, encontram-se suspensas, com divergências a impedir uma segunda reunião.
O bloqueio do estreito de Ormuz, aliado a ações recentes contra navios iranianos, é apontado por Teerão como fator de atraso nas negociações. O país mantém a ameaça de retomar respostas militares caso falhem as vias diplomáticas.
Entre na conversa da comunidade