- Primeiro relato de caça americano abatido em território iraniano desde o início da guerra contra a República Islâmica em 28 de fevereiro.
- Segundo a imprensa iraniana, o piloto ejetou-se no sudoeste do Irão; as autoridades pedem aos residentes que entreguem o piloto à polícia, com recompensa prevista.
- Um canal de televisão iraniano exortou a população a disparar contra supostos aviões norte-americanos na região de Kohkilouyeh e Boyer-Ahmad.
- O Pentágono, a Casa Branca e o Comando Central dos EUA não comentaram de imediato; fontes citadas pela imprensa dizem que pode ter havido uma operação de resgate.
- A agência Fars informou que o exército lançou uma operação de busca pelo piloto; o conflito já está na sexta semana e tem impactado economias globais e o controlo de petróleo no Golfo.
O incidente envolve um caça norte-americano abatido no sudoeste do Irão, durante a atual ronda de hostilidades entre os EUA, Israel e a República Islâmica. O piloto terá ejetado após o ataque, segundo relatos iranianos, e encontra-se ainda desaparecido. A operação ocorreu numa região montanhosa de Kohkilouyeh e Boyer-Ahmad.
Meios de comunicação iranianos indicaram que as forças locais receberam pedidos para colaborar na captura do piloto, oferecendo recompensas. Um telejornal da região sinalizou imagens de aeronaves norte-americanas e apelou aos habitantes para reportarem qualquer avistamento.
O Pentágono, a Casa Branca e o Comando Central dos EUA não comentaram de imediato. A imprensa norte-americana aponta que uma operação de resgate pode ter sido lançada, enquanto o Fars News Agency refere que o exército iraniano iniciou uma busca ativa pelo piloto.
Este abate ocorre na sequência da guerra iniciada a 28 de fevereiro, que já entra na sexta semana. O conflito afeta economies globais e leva o Irão a responder com ataques a infraestruturas no Golfo e a intensificar o controlo de vias de transporte no Estreito de Ormuz.
O presidente Donald Trump afirmou que as forças norte-americanas vão manter ataques ao Irão com intensidade nas próximas duas ou três semanas, segundo relatos da imprensa. A Administração não confirmou publicamente essa projeção no momento.
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