- A Arábia Saudita intercetou 27 drones na zona oriental do país, atribuídos às forças iranianas.
- O Ministério da Defesa saudita afirmou que os drones foram abatidos pelas defesas aéreas, sem vítimas ou danos materiais reportados.
- Na semana passada, vários cidadãos iranianos que trabalhavam na embaixada de Teerã em Riade foram declarados persona non grata.
- O ministro dos Negócios Estrangeiros saudita, Faisal bin Farhan, já tinha dito que o reino pode responder militarmente a ataques do Irão.
- As autoridades sauditas dizem ter abatido dezenas de mísseis e drones lançados pelo Irão, que alegadamente visavam interesses de Israel e dos Estados Unidos; o Irão afirma que os ataques foram retaliação a ações dos EUA e de Israel iniciadas no dias 28 de fevereiro.
O governo da Arábia Saudita anunciou a interceção de 27 drones na zona oriental do reino, atribuídos a ataques das forças iranianas. O incidente ocorreu na terça-feira, num contexto de tensões entre Riade e Teerão. Alegadamente, os aparelhos aéreos não tripulados foram abatidos pela defesa aérea, sem registar vítimas ou danos materiais.
O Ministério da Defesa saudita informou, via redes sociais, que as ações ocorreram de forma coordenada pelos sistemas de defesa aérea, que conseguiram neutralizar as ameaças. O comunicado não detalhou os modelos dos drones nem especificou a origem dos ataques.
Na sequência de medidas recentes, vários iranianos trabalhavam na embaixada de Teerão em Riade e foram declarados persona non grata no último sábado. Na semana anterior, o ministro dos Negócios Estrangeiros saudita indicou que o reino pode responder militarmente a ataques vindos do Irão.
Contexto diplomático
As autoridades sauditas afirmaram ter abatido dezenas de mísseis e drones disparados pelo Irão, segundo relatos oficiais. O Irão reivindicou que os ataques visavam retaliação aos bombardeamentos dos Estados Unidos e de Israel contra o território iraniano, iniciados no fim de fevereiro. As informações são apresentadas sem confirmação independente.
Desdobramentos
A situação mantém-se tensa, com a afirmação de Riade de que o Omã e outras frentes permanecem sob vigilância. Não foram divulgadas confirmações adicionais sobre danos, víctimas ou impactos em infraestruturas. Autoridades iranianas não comentaram diretamente o episódio sob a mesma narrativa.
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