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Chefe militar israelita classifica ataques de colonos como inaceitáveis

Chefe do Exército de Israel classifica ataques de colonos como inaceitáveis e pede ação urgente para evitar dano estratégico e riscos para civis

Pessoas deslocadas devido a ataques aéreos abrigam-se em tendas
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  • O chefe do Exército de Israel, tenente-general Eyal Zamir, afirmou que os ataques de colonos contra civis palestinianos na Cisjordânia são inaceitáveis moral e eticamente e pediu ação dos políticos antes que seja tarde.
  • Zamir disse ter havido aumento de atos criminosos de caráter nacionalista, alguns dirigidos contra soldados e população civil, durante uma visita a um centro de comando.
  • O militar afirmou que esses atos colocam em risco as colónias, a segurança, a estabilidade e os valores do Tsahal, apelando à oposição e à erradicação do fenómeno.
  • A ONU indicou que mais de 36 mil palestinianos foram expulsos na Cisjordânia num ano, e que houve 1.732 incidentes de violência de colonos contra pessoas ou bens, comparando com 1.400 no período anterior.
  • Entre 7 de outubro de 2023 e 7 de março de 2026, morreram 1.062 palestinianos na Cisjordânia, incluindo 231 crianças, no contexto da colonização e do conflito, segundo a OCHA.

O chefe de Estado-maior do Exército israelita classificou como inaceitáveis os ataques de colonos contra civis palestinianos na Cisjordânia ocupada. Ele pediu aos políticos que atuem de forma decisiva.

Durante uma visita a um centro de comando, o tenente-general Eyal Zamir afirmou ter havido um aumento de atos criminosos de caráter nacionalista, alguns dirigidos contra soldados e civis. Chamou à oposição firme a este fenómeno.

Zamir disse que tais ações são moral e eticamente inaceitáveis e prejudicam gravemente os objetivos estratégicos do Tsahal, destacando a necessidade de erradicá-las antes que seja tarde.

O general explicou que os atacantes não representam as comunidades coloniais como um todo e que os atos colocam em risco as operações, a segurança e os valores do país.

Contexto local

Mais de 500 mil israelitas vivem na Cisjordânia, excluindo Jerusalém Oriental, num conjunto de colonatos habitados por cerca de três milhões de palestinianos, segundo dados internacionais.

Alertas da ONU

O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos alertou para a expulsão de mais de 36 mil palestinianos na Cisjordânia num único ano, chamando a atenção para uma possível limpeza étnica.

No relatório, o órgão aponta para deslocamentos em massa e para 1.732 incidentes de violência de colonos, com danos materiais ou vítimas, contra o período anterior.

OACHA informou ainda que, entre 7 outubro de 2023 e 7 março de 2026, morreram 1.062 palestinianos na Cisjordânia, incluindo 231 crianças, no contexto da colonização e do conflito em curso.

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