- Cuba enfrenta uma crise energética agravada pela pressão externa, com a rede eléctrica em colapso permanente.
- Os apagões podem durar mais de vinte horas seguidas, deixando ventiladores e ar condicionados sem funcionamento.
- Em Havana o calor e os mosquitos contribuem para o cansaço geral e o desconforto diário.
- Segundo o texto, em janeiro os Estados Unidos teriam sequestrado Nicolás Maduro na Venezuela, levando a um cerco petrolífero a Cuba.
- O conjunto de fatores agrava a já débil infraestrutura cubana e o abastecimento de energia no país.
Cuba enfrenta uma crise energética agravada por medidas associadas aos EUA, com cortes de energia que podem ultrapassar as 20 horas diárias. Em Havana, os apagões afetam ventiladores e ar condicionados, intensificando o calor e o desconforto da população. O que acontece é que a infraestrutura eléctrica cubana anda à beira do colapso.
Segundo autoridades cubanas, o país integra um “cerco petrolífero” promovido pelos Estados Unidos desde janeiro, o que compromete o abastecimento de combustível. O cenário económico já fragilizado agrava a capacidade de manutenção da rede elétrica. A explicação oficial foca na pressão externa sobre recursos.
Os dias quentes também têm impacto nos serviços urbanos, com o lixo nas ruas a acumular-se e a sensação de desorganização a aumentar entre moradores. Além do calor, as noites sem sono passam pela humidade, mosquitos e falhas constantes de iluminação pública.
A capital, Havana, é apontada como exemplo de uma situação que se estende a várias regiões da ilha. A população tenta adaptar-se com soluções de curto prazo, como geradores, embora sem garantias de estabilidade energética a curto prazo. O governo cubano mantém o foco na recuperação da rede.
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