- Em 17 de junho, centenas de manifestantes reuniram-se em Bruxelas, nas imediações das instituições da União Europeia, antes da cimeira dos líderes da UE.
- O protesto exige sanções contra Israel e a proibição de produtos provenientes de colonatos israelitas, como tâmaras e abacates.
- A mobilização foi organizada pelo grupo de direitos humanos Avaaz e contou com a participação da ativista Greta Thunberg, com cartazes a dizer “UE, pára de comprar o que Israel rouba”.
- Representaram-se ativistas, defensores dos direitos humanos e membros de uma flotilha com destino a Gaza, incluindo Arno Meyns, que discursou após ter sido detido pelas forças israelitas no mês anterior.
- O evento faz parte de uma campanha mais ampla que pressiona a União Europeia a agir de forma mais firme antes das reuniões dos dirigentes, marcadas para 18 de junho.
Centenas de manifestantes reuniram-se em Bruxelas, a 17 de junho, junto às instituições da União Europeia, antes de uma cimeira comunitária. O protesto exigiu sanções contra Israel e a proibição de produtos provenientes de colonatos.
A iniciativa juntou ativistas, defensores dos direitos humanos e participantes de uma flotilha com destino a Gaza. Os manifestantes defenderam que a UE utilize a sua influência económica para pressionar Israel, numa altura de tensões ligadas ao conflito em Gaza e à expansão de colonatos.
Entre os organizadores está o grupo Avaaz, que esteve à frente da iniciativa, com a presença da ativista sueca Greta Thunberg. Os participantes exibiram cartazes com a mensagem UE pára de comprar o que Israel rouba e pediram restrições a importações de tâmaras, abacates e outros bens agrícolas.
Pascal Vollenweider, da Avaaz, afirmou que o mercado europeu confere à UE uma influência significativa sobre as políticas de Israel. Arno Meyns, que integrou a flotilha, relatou ter sido detido pelas forças israelitas durante uma operação marítima no mês anterior.
Contexto
A concentração faz parte de uma campanha mais ampla que antecede as discussões dos líderes da UE, marcadas para 18 de junho em Bruxelas. A iniciativa visa informar e pressionar decisores europeus a adotarem uma posição mais firme.
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