- O Irão afirma que o acordo com os EUA também vincula Israel e o Hezbollah.
- O Líbano permanece como grande incógnita no contexto do acordo assinado entre os Estados Unidos e o Irão no domingo.
- O entendimento permite, em teoria, um cessar-fogo de 60 dias.
- Também abre a via para negociações de um acordo final de paz entre os dois países.
- Em Israel, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu é criticado por supostamente ceder aos EUA.
O Irão sustenta que o acordo com os Estados Unidos também vincula Israel e o Hezbollah. O anúncio foi feito após o acordo anunciado no domingo, cujos termos ainda não são publicamente divulgados.
Segundo autoridades iranianas, a permanência de Israel no Líbano constitui uma violação do cessar-fogo vigente. O Irão afirma que as obrigações assumidas no acordo abrangem várias partes do Médio Oriente.
Em Israel, surgem críticas a premiê Benjamin Netanyahu por supostamente ceder perante os Estados Unidos. O clima político local acompanha as reações ao entendimento com Washington.
Desdobramentos e contexto
O Líbano continua como a incógnita central, dado o papel de grupos locais. O acordo prevê, em teoria, um cessar-fogo de 60 dias e o início de negociações para um acordo final de paz entre as partes envolvidas.
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