O Boeing presidencial norte-americano chegou a Beijing há umas semanas, com o avião a aterrar ao início da manhã. Trump foi recebido por Han Zheng, vice-presidente da China, em gesto protocolar discreto. A agenda era sobretudo económica.
A delegação incluía executivos como Tim Cook, Elon Musk e Jensen Huang, sinalizando o tom da visita. O foco esteve em compras agrícolas, encomendas à Boeing e tecnologia aeroespacial. Também se discutia a criação de um Conselho de Comércio bilateral.
O encontro decorreu numa fase em que as duas maiores economias do mundo formalizaram uma trégua comercial, ainda que persista uma relação de desequilíbrios económicos. Os números por detrás da fotografia foram alvo de análise.
Entre os itens da agenda esteve a proposta de um Conselho de Comércio bilateral para bens não sensíveis em matéria de segurança nacional. A proposta visa facilitar acordos setoriais sem comprometer o controlo de segurança.
A posição chinesa é de que Beijing precisa de acesso ao mercado norte-americano, enquanto Washington também depende de condições estáveis para investir. A relação entre as duas potências continua marcada por divergências e interesses mútuos.
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