Em Alta Eleições 2026 políticafuteboldesportoPortugalinternacionaisgovernopessoas

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

EUA buscam coalizão para retomar tráfego no Estreito de Ormuz

EUA criam coligação internacional para restabelecer a passagem no Estreito de Ormuz, com foco em segurança e informações em tempo real diante do bloqueio iraniano

Vista de ecrãs que mostram o transporte marítimo no Médio Oriente na Organização do Comércio Marítimo do Reino Unido em Portsmouth, 27 de abril de 2026
0:00
Carregando...
0:00

A Administração dos EUA vai lançar uma coligação internacional para restabelecer a navegação no Estreito de Ormuz, afirmou um funcionário do Departamento de Estado. A iniciativa visa manter passagem segura para navios, pese o encerramento parcial da via desde o início do conflito na região.

A ideia, chamada Maritime Freedom Construct (MFC), prevê fornecer informações em tempo real, orientação de segurança e coordenação entre parceiros para facilitar o trânsito. O objetivo é demonstrar determinação coletiva e impor custos à obstrução iraniana do trânsito, segundo o telegrama citado à AFP.

O MFC será um esforço liderado pelos EUA, com sede em Washington, envolvendo o Departamento de Estado e o Comando Central dos EUA (CENTCOM). A operação pretende ligar parceiros e a indústria de transporte para restabelecer a livre circulação no estreito.

Contexto e enquadramento internacional

O Reino Unido e a França têm estado na linha da frente de conversas sobre uma operação marítima paralela, tendo reunido mais de 50 países. O objetivo comum é assegurar uma passagem segura para o comércio mundial, critica o isolamento imposto pelo Irão.

O Irão encerrou efetivamente a passagem do Estreito de Ormuz a 28 de fevereiro, tornando-se numa via crítica para o petróleo mundial. Normalmente, cerca de um quinto do petróleo e do gás natural liquefeito do mundo passam pela via, o que impacta os preços globais de energia.

Repercussões e declarações oficiais

A resposta norte-americana inclui um bloqueio naval de portos iranianos imposto em 13 de abril, segundo o Comando Central dos EUA, aplicado à costa iraniana. O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, afirmou que tais medidas falharão em fortalecer a segurança regional.

Os analistas apontam que a cooperação internacional pode contribuir para restabelecer a liberdade de navegação, ao mesmo tempo que aumenta o custo de interrupção do trânsito no estreito. O Brent registou picos recentes, refletindo a volatilidade associada ao conflito e à contenção iraniana.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais