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UE gasta 27 mil milhões a mais em combustível em dois meses de conflito

UE gastou mais de 27 mil milhões de euros em dois meses de conflito no Irão, perdendo quase 500 milhões por dia em importações de energia fóssil

Comissão Europeia
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  • A UE gastou mais de 27 mil milhões de euros a importar combustíveis fósseis em dois meses de conflito no Irão.
  • A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, disse que a UE perde quase 500 milhões de euros por dia com estas importações.
  • Na sessão no Parlamento Europeu, reforçou que a lição é não depender de energia importada em mundo turbulento.
  • Defendeu investir numa energia acessível e limpa na UE, desde renováveis ao nuclear.
  • O conflito começou a 28 de fevereiro com ataques a Israel e aos Estados Unidos, levando ao encerramento de navegação no estreito de Ormuz e a subir preços de energia e fertilizantes.

A União Europeia, em dois meses de conflito no Médio Oriente, importou combustíveis fósseis no valor de mais de 27 mil milhões de euros. A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, anunciou o dado num debate no Parlamento Europeu.

A líder comunitária disse ainda que a UE perde quase 500 milhões de euros por dia sem ganhar energia adicional. O comentário foi feito durante a sessão plenária em Estrasburgo, França, para discutir o Médio Oriente, os preços dos combustíveis e dos fertilizantes.

A mensagem sublinhou a necessidade de reduzir a dependência de energia importada, sobretudo num quadro de instabilidade. Von der Leyen reforçou a aposta europeia em energia acessível e limpa, desde renováveis até nuclear.

Contexto económico e energético

O conflito no Médio Oriente, iniciado a 28 de fevereiro com ataques de Israel e dos EUA ao Irão, provocou interrupções na navegação e no estreito de Ormuz, afetando o fornecimento de petróleo.

Os preços de energia e fertilizantes seguiram em alta, contribuindo para a inflação na UE. A presidente concluiu que as consequências poderão prolongar-se durante meses ou anos.

Perspetivas da UE

A União Europeia defende um caminho para reduzir a dependência externa, com investimento em produção interna de energia. A diretiva aponta para opções que vão desde as renováveis ao nuclear, visando estabilidade de preços e fornecimento.

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