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França e Brasil reforçam cooperação militar com a missão Joana d’Arc 2026

Jeanne d'Arc 2026 desloca 150 jovens oficiais franceses ao largo do Brasil, fortalecendo a interoperabilidade com as forças brasileiras

Dixmude, em segundo plano, o terceiro navio de assalto anfíbio francês da classe Mistral, e a fragata furtiva francesa Aconit no estaleiro naval de Xangai em 2015.
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  • França e Brasil reforçam parceria militar com a missão Jeanne d’Arc 2026, envolvendo mais de cento e cinquenta jovens oficiais franceses a operar a partir da costa brasileira, perto do Rio de Janeiro, para treinar com forças brasileiras.
  • O porta-helicópteros Dixmude navega ao longo da costa brasileira, com o objetivo de promover interoperabilidade e partilha de técnicas, táticas e procedimentos entre as duas marinhas.
  • O capitão-comandante Simon sublinha que o principal objetivo é incrementar a cooperação entre as Forças Armadas francesas e brasileiras e preparar operações conjuntas.
  • O capitão Luís Felipe de Almeida Rodrigues explica que a operação envolveu quase dois mil militares, começando com treino no Complexo Naval da Ilha do Governador e incluindo uma fase no mar com navios anfíbios, de apoio e fragatas.
  • A missão Jeanne d’Arc tinha sido anunciada como indo para o Indo-Pacífico, mas, após a intervenção no Médio Oriente, foi redirecionada para o Atlântico, com foco na área de interesse francês e da NATO.

A França e o Brasil reforçam a parceria militar com a missão Jeanne d’Arc 2026, que agora se realiza ao largo da costa brasileira, perto do Rio de Janeiro. Cento e cinquenta jovens oficiais franceses estão a completar a sua formação ao lado de homólogos brasileiros, fortalecendo a interoperabilidade entre as duas marinhas.

O porta-helicópteros Dixmude, do Navio de Combate Classe Mistral, navega ao longo da costa do Rio de Janeiro para coordenar atividades de treino, partilha de conhecimentos e troca de boas práticas em técnicas, táticas e procedimentos. O objetivo central é alinhar operações conjuntas entre França e Brasil.

O Capitão-Comandante Simon explica que o primeiro objetivo é a interoperabilidade entre as forças. O segundo foco é consolidar procedimentos conjuntos para futuras operações ao lado das forças brasileiras.

Mudança de rumo da missão

A Jeanne d’Arc 2026 nasceu com o propósito inicial de atuar no Indo-Pacífico e formar quadros da Marinha francesa. A decisão de alterar o destino apenas dias após a travessia do Canal de Suez ocorreu na sequência da escalada do conflito no Médio Oriente.

Envolvimento brasileiro e fase de treino

Segundo o Capitão Luis Felipe de Almeida Rodrigues, a operação envolveu quase 2 mil militares, com atividades de treino no Complexo Naval da Ilha do Governador, no Rio, seguidas de uma fase no mar com navios anfíbios, escolta e fragatas. O ponto alto foi o desembarque conjunto entre as marinhas francesa e brasileira.

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