- A Comissão Europeia apresentou um pac
ote de medidas para enfrentar a crise energética provocada pela guerra na região do Médio Oriente.
- Não revelou recomendações para reduzir o consumo energético, como teletrabalho ou alternativas ao voo e ao automóvel.
- O comissário da Energia, Dan Jørgensen, afirmou que a UE continua a incentivar a redução do consumo pela procura.
- Foi anunciado o desenvolvimento de um Observatório de Combustíveis para acompanhar as reservas.
- Não houve referência às sugestões sobre redução de consumo que apareciam em rascunhos anteriores.
O Parlamento Comunitário informou hoje que a Comissão Europeia recuou em recomendações para reduzir o consumo de energia. O novo pacote de medidas foca a resposta à crise energética gerada pela guerra no Médio Oriente, sem apresentar orientações para teletrabalho ou alternativas a avião e carro.
A Comissão afirmou que continua a incentivar os Estados-membros a reduzir a procura de energia. O objetivo é atenuar a atual crise de preços e prevenir problemas de segurança de abastecimento no futuro, segundo o comissário da Energia, Dan Jørgensen.
O pacote inclui a criação de um Observatório de Combustíveis para monitorizar reservas. A medida surge numa altura em que não foram detalhadas sugestões para diminuir o consumo, contrariamente a versões anteriores de trabalho.
Observatório de Combustíveis
O observatório visa acompanhar níveis de reserva, flutuações de oferta e o impacto de políticas europeias na segurança energética comum. Detalhes operacionais devem ser apresentados mais tarde pela Comissão.
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