- O secretário-geral da NATO, Mark Rutte, garantiu em Ancara que a aliança fará sempre o necessário para defender a Turquia e os demais países membros.
- A NATO aponta o Irão como fonte de terror e caos no Médio Oriente, com os efeitos da violência na região a repercutirem-se na Turquia.
- Nas últimas semanas, a organização intercetou quatro mísseis balísticos supostamente iranianos direcionados à Turquia.
- A cimeira de 32 países membros está marcada para o início de julho em Ancara.
- Rutte visitou a sede da Aselsan, elogiou o avanço da defesa turca e prepara-se para reunir com o presidente Recep Tayyip Erdogan.
O secretário-geral da NATO garantiu, em Ancara, que a organização vai agir para defender a Turquia enquanto membro da aliança. A declaração ocorre numa altura de tensões na região e ante a cimeira de julho, marcada para Istambul.
Rutte afirmou que o Irão está a semear terror e caos no Médio Oriente, e que os impactos da guerra desencadeada por ações dos EUA e de Israel afetam fortemente a Turquia. A NATO já intercetou quatro mísseis balísticos alegadamente iranianos direcionados à Turquia.
A missão da NATO, reiterou, é estar preparada para as ameaças e agir conforme for necessário para a defesa de todos os países da aliança. O responsável visitou a sede da Aselsan, destacando o avanço tecnológico da indústria de defesa turca.
Defesa e indústria turca
O antigo primeiro-ministro holandês elogiou a “revolução” na indústria de defesa da Turquia e sublinhou a necessidade de continuidade na produção e na inovação. O foco recai sobre sistemas de defesa aérea, drones, munições, radares e capacidades espaciais.
Rutte confirmou que vai reunir-se com o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, durante a sua visita. A cimeira dos 32 membros está marcada para o início de julho em Ancara.
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