Amanda Ungaro, ex-modelo brasileira de 41 anos, lançou acusações públicas contra Donald Trump e Melania Trump, dizendo que vai expor tudo o que sabe. As declarações chegaram via redes sociais e giram em torno de alegadas ligações com a Casa Branca.
A brasileira afirma ter conhecido Melania há cerca de 20 anos e ter estado próxima do casal ao longo de várias décadas. Segundo Ungaro, houve momentos em que o Serviço Secreto chegou a ser acionado para felicitar alguém, em 2016, numa situação que, na sua perspetiva, sugere irregularidades.
Ungaro também dirigiu críticas diretas ao presidente norte‑americano, chamando-o de pedófilo e prometendo ações legais. A mulher afirma possuir informações sensíveis que pretende tornar públicas para derrubar o suposto sistema corrupto ligado a Trump e à sua administração.
Contexto e ligações pessoais
A notícia ganha contorno pelo facto de Amanda Ungaro ter sido casada durante anos com Paolo Zampolli, conhecido aliado de Trump, que terá apresentado o empresário a Melania nos anos 90. A relação entre as figuras é destacada como elemento relevante para entender o histórico de contactos.
Deportada dos Estados Unidos em 2025, após detenção de mais de três meses por alegada fraude e visto expirado, Ungaro tem repetidamente denunciado supostas ligações entre o casal presidencial e o caso Jeffrey Epstein. Ela afirma possuir provas que poderão abalar a Casa Branca, sem contudo apresentar documentos verificados até ao momento.
A propagação das declarações coincide com um vídeo recente de Melania Trump, no qual a primeira-dama negou qualquer ligação com Jeffrey Epstein. O episódio intensifica o escrutínio mediático sobre o tema, sem que haja confirmação independente das alegações apresentadas por Ungaro.
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