O Departamento de Estado dos EUA anunciou a detenção, na noite de sexta-feira, da sobrinha e da sobrinha-neta do general iraniano Qassem Soleimani, morto em 2020. A detenção ocorreu nos Estados Unidos após a revogação, pelo secretário de Estado, Marco Rubio, do estatuto de residentes permanentes das duas.
A sobrinha, Hamideh Soleimani Afshar, é acusada de divulgar propaganda do regime iraniano, celebrar ataques contra forças militares dos EUA no Médio Oriente e elogiar o líder supremo iraniano, além de apoiar a Guarda Revolucionária, designada como grupo terrorista. O comunicado aponta que os factos ocorreram enquanto vivia no país.
No mesmo dossier, o Departamento de Estado descreve a Fatemeh Ardeshir-Larijani, filha de Ali Larijani, chefe do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irão, como tendo estado nos EUA, mas já não reside no país e encontra-se impedida de entrar no território no futuro. A administração reiterou que não permitirá a presença de indivíduos ligados a regimes considerados adversários.
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