O governo português condenou a decisão de Israel de impedir a celebração de uma missa pelo patriarca num espaço sagrado conhecido como Santo Sepulcro. A posição diplomática foi dada a conhecer por meio de comunicado oficial.
Não foram divulgados detalhes adicionais sobre as circunstâncias que levaram à interrupção da celebração nem sobre possíveis consequências diplomáticas imediatas. O governo manteve o tom institucional e pediu respeito pelo direito religioso.
A situação mantém-se em foco num contexto de tensões entre autoridades israelitas e comunidades cristãs na região. Não houve confirmação de responsabilidades ou de medidas complementares por parte de Portugal até ao momento.
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