Viktor Orbán, primeiro-ministro da Hungria, afirmou nesta quinta-feira que não vai apoiar medidas em favor da Ucrânia enquanto o país não receber petróleo. A declaração marca um condicionante claro à cooperação de Budapeste com Kiev no contexto do apoio europeu à Ucrânia.
O posicionamento foi partilhado pelo líder húngaro em plena sessão do Conselho Europeu, onde se discute o apoio financeiro e militar à Ucrânia. Orbán frisou a importância vital do petróleo para a Hungria e disse que não haverá reconhecimento de medidas a favor da Ucrânia sem garantias de fornecimento energético.
Impasse no Conselho Europeu
A Hungria mantém o veto a um empréstimo de 90 mil milhões de euros à Ucrânia, enquanto busca assegurar o fornecimento de petróleo para o seu território. Segundo a abordagem de Budapeste, a proteção do abastecimento energético do país é prioritária para a estabilidade económica nacional.
A posição da Hungria
Viktor Orbán reforçou que qualquer apoio à Ucrânia depende de condições relacionadas com o petróleo. A posição húngara sustenta a necessidade de verificação de garantias energéticas antes de avançar com medidas de solidariedade ao país vizinho.
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