- O texto aborda o livro O Cozinheiro dos Cozinheiros, de Paul Plantier, publicado pela primeira vez em 1870.
- A obra reflecte a cozinha do tempo e é apresentada como um sinal de mudança: a cozinha entra em casa e dirige-se a quem a pratica no dia a dia.
- Justa Nobre afirma que gosta de cozinhar e de novos sabores, aceitando o desafio de reler um livro com mais de um século.
- O Público, em parceria com Bela e o Monstro, recupera o livro no sexto volume da coleção Os Livros de Culto da Cozinha Portuguesa.
Foi lançado um repensar de um clássico da cozinha portuguesa. O livro O Cozinheiro dos Cozinheiros, de Paul Plantier, data de 1870 e surge agora recuperado para o público moderno. A edição integra a colecção Os Livros de Culto da Cozinha Portuguesa, publicada pelo Público em parceria com Bela e o Monstro.
A reedição não só mostra a cozinha do tempo como sinaliza uma mudança: a prática culinária entra em casa e passa a dirigir-se aos cozinheiros do dia a dia. A recuperação privilegia o contexto histórico e a pertinência de receitas antigas para hoje.
Justa Nobre volta a assumir o papel de mediadora entre o passado e o presente, aceitando o desafio de reler o volume antigo. Ela revela interesse em novos sabores e no método de cozinhar, sem abandonar a tradição. A obra original foi publicada pela primeira vez em 1870.
Reedição e Contexto
- A edição atual é produzida pelo Público em parceria com a Bela e o Monstro, integrada no sexto volume da colecção Os Livros de Culto da Cozinha Portuguesa.
- O objetivo é oferecer uma leitura atualizada de um texto antigo, preservando o valor histórico da cozinha prática de então.
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