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Taxa máxima para créditos pessoais desce ou mantém-se no início de 2026

Banco de Portugal fixa taxas máximas de crédito ao consumo no 1T de 2026: pessoais até 8,3% (educação/saúde/energia/locação); outros 15,6%; automóvel novo 10,9%; usados 14,1%; cartões/descobertos 18,9%

Jornal PT50
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  • Banco de Portugal revelou as taxas máximas de crédito ao consumo para o primeiro trimestre de 2026, com educação, saúde, transição energética e locação financeira até 8,3% (queda de 0,3 pp).
  • Outros créditos pessoais mantêm-se em 15,6%.
  • Crédito automóvel: novas aquisições com 10,9% (aumento de 0,1 pp); usados 14,1% (queda de 0,1 pp).
  • Locação financeira de automóveis novos passa a 5,1% (queda de 0,3 pp); usados 6,5% (queda de 0,4 pp).
  • Cartões e descobertos sobem para 18,9% (+0,1 pp), incluindo cartões de crédito, linhas de crédito e facilidades de descoberto.

O Banco de Portugal revelou as taxas máximas aplicáveis ao crédito ao consumo no primeiro trimestre de 2026. A decisão envolve vários tipos de crédito e visa orientar o custo para consumidores e entidades financeiras no período.

Para créditos pessoais, a taxa máxima é de 8,3% em educação, saúde, transição energética e locação financeira de equipamentos, ficando 0,3pp abaixo do trimestre anterior. Nos outros créditos pessoais, o teto permanece em 15,6%.

No crédito automóvel, a taxa para a compra de veículos novos subiu de 10,8% para 10,9%. A aquisição de veículos usados baixou de 14,2% para 14,1%. A locação financeira de automóveis novos caiu de 5,4% para 5,1%, e a de usados recuou de 6,9% para 6,5%. Já nos cartões de crédito e nos descobertos, a taxa máxima subiu 0,1pp, para 18,9%.

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