- O Conselho das Finanças Públicas prevê crescimento mais baixo da economia portuguesa em 2026 devido a tempestades e à guerra no Irão.
- Apesar disso, o ponto de partida favorável de 2025 permanece, oferecendo espaço para manter um excedente nas contas públicas por mais um ano.
- A inflação deverá aumentar face a estes fatores externos, refletindo menor dinâmica económica.
- O CFP sustenta que é possível evitar o regresso aos défices orçamentais sem comprometer o equilíbrio financeiro.
- O cenário depende de evoluções externas e de ajustes orçamentais para manter o saldo público.
A economia portuguesa deverá crescer menos em 2026 face ao cenário anterior, empurrada por tempestades e pela guerra no Irão. Mesmo assim, o ponto de partida mais favorável de 2025 oferece ao Governo espaço para manter um excedente orçamental no próximo ano.
Segundo o Conselho das Finanças Públicas (CFP), o abrandamento do crescimento não impede a viabilidade de uma trajetória com défice controlado, caso se mantenham as metas e o enquadramento económico. A leitura baseia-se no contexto externo recente.
As projeções destacam, ainda, efeitos inflacionários e de custos que pesaram sobre a atividade. O CFP sublinha que não estão previstas mudanças abruptas nas regras fiscais, mantendo a orientação de disciplina orçamental para o período em análise.
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