- O desfile da Hermès, em Paris, teve o local transformado numa clareira.
- As modelos surgiam de aberturas circulares para simbolizar a lua cheia.
O desfile da Hermès, em Paris, apresentou uma concepção cenográfica de corte surreal. O local foi transformado em uma clareira, onde a passagem entre o espectador e a passarela foi interrompida pela natureza. A criatividade apostou em uma leitura lunar.
Modelos surgiam de aberturas circulares ao longo da passerelle, simulando a lua cheia a iluminar os movimentos. A coreografia enfatizou fluidez, com vestidos que percorriam o cenário de árvores estilizadas e solos esverdeados, criando um clima de crepúsculo.
A produção destacou o papel da iluminação suave e das sombras para acentuar as silhuetas. A direção criativa procurou comunicar uma estética de natureza encenada, associada a peças de alta-costura marcadas pela sofisticação e pelo detalhe técnico.
A apresentação reforça o posicionamento da marca no universo do luxo contemporâneo, alinhando inovação visual a uma linguagem atemporal. Não houve declarações públicas sobre o objetivo exato da cenografia, mantendo o tom informativo do evento.
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