- Celso Cleto foi eleito vice-presidente da Academia Iberoamericana de las Artes Escénicas, organização com sede em Madrid e composta por profissionais de várias áreas das artes performativas em 17 países.
- A presidência está a cargo de Ramiro Osório, antigo ministro da cultura da Colômbia, segundo o contacto com o CM.
- Os primeiros passos para a criação da academia terão sido dados em 2025, com a elaboração da documentação jurídica necessária para o sonho tornar-se real.
- Cleto destaca que Portugal é um país fundador e que a nova estrutura pode ter delegação em Oeiras, com contactos a avançar para desenvolver atividades no país.
- O vice-presidente acredita que a academia será um instrumento clave para a internacionalização de projetos nacionais e para mostrar o talento português nos países membros.
A Academia Iberoamericana de las Artes Escénicas, criada para reunidir 17 países, já tem estrutura e liderança definidas. A cerimónia de eleição levou Celso Cleto a ocupar o cargo de vice-presidente, numa instituição sediada em Madrid e presidida por Ramiro Osório, antigo ministro da cultura da Colômbia. A academia junta atores, cantores, bailarinos, encenadores, dramaturgos e outros profissionais das artes performativas.
Celso Cleto afirma que o momento é histórico para os países membros, incluindo Portugal, que surge como um país fundador desta academia de relevo internacional. O produtor e encenador, marido da atriz Sofia Alves, refere que os trabalhos começaram em 2025, quando foram concluídos os passos jurídicos necessários para a criação da instituição.
Apesar de a sede ficar em Madrid, Cleto revela planos para abrir uma delegação em Oeiras, Portugal. A equipa está a analisar contactos para viabilizar a expansão, com o objetivo de dinamizar atividades nacionais e contribuir para a internacionalização de projetos lusitanos. O vice-presidente acrescenta que a língua portuguesa deve ter presença ativa na academia e que este movimento pode acelerar carreiras no estrangeiro.
Perspetivas e próximos passos
A nova estrutura pretende funcionar como motor de internacionalização de projetos nacionais, facilitando a aproximação com o resto dos países membros. Cleto destaca que a eleição representa reconhecimento do talento lusitano e a vontade de divulgar owork artístico de Portugal nos palcos ibero-americanos. A academia visa promover parcerias, intercâmbio de projetos e encontros culturais entre os 17 participantes.
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