Em Alta Eleições 2026 políticafuteboldesportoPortugalinternacionaisgovernopessoas

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Um ano após o apagão, o gerador tornou-se investimento obrigatório

Um ano após o apagão, o gerador tornou-se investimento obrigatório, com hospitais e farmácias mais preparados, mas muitos setores continuam vulneráveis

Cristina Teixeira, da Farmácia Vitória, investiu num gerador, após "dia horrível" no apagão
0:00
Carregando...
0:00

Foi há exatamente um ano que Portugal ficou às escuras durante várias horas, com falhas no fornecimento de energia e de comunicações. O incidente de 28 de abril de 2025 obrigou infraestruturas críticas a repensarem os planos de contingência. Hoje, a utilização de geradores tornou-se obrigatória em muitos setores.

Cristina Teixeira, responsável pela Farmácia Vitória, em Paredes, descreve o clima de tensão e a escalada da temperatura num frigorífico durante o apagão. O episódio revelou fragilidades na resposta a eventos extremos, com consequências diretas para serviços de saúde e retalho.

No período do apagão, ficou por esclarecer o que teria acontecido se não existissem geradores de reserva. Setores como hospitais e farmácias passaram a privilegiar soluções independentes de energia para manter medicamentos e serviços em funcionamento. O balanço aponta avanços, mas também lacunas ainda por preencher.

Resposta institucional

O ministro Castro Almeida, chefe da Coesão Territorial, reconheceu a 30 de abril, dois dias após o evento, que houve dúvidas sobre a passagem de combustível entre ministros para assegurar energia na Maternidade Alfredo da Costa, em Lisboa. A MAC já dispunha de gasóleo para alimentar geradores por mais uma hora. O caso evidenciou falhas logísticas na fase de crise.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais