A Galp vai alterar as origens do jet fuel usado pela aviação em Portugal devido ao contexto de conflito entre EUA, Israel e Irão. A empresa passou a depender de mercados ocidentais, em vez de fontes orientais, para abastecimento fora de Portugal.
A petrolífera portuguesa afirma ter cerca de 20% do combustível importado do estrangeiro (jet fuel utilizado pela aviação). Falou igualmente em níveis de stock considerados adequados e em importações já contratadas.
O redesenho do mapa de abastecimento acompanha a logística dos mercados de referência. A refinaria de Sines tem visto o abastecimento migra para origens no Ocidente, com reforços provenientes de países como Brasil, Argélia e Nigéria para manter o fornecimento estável.
Os técnicos da Galp sublinham que as mudanças visam assegurar a continuidade do fornecimento no curto e médio prazo, mantendo a capacidade de resposta a contratos existentes e às necessidades da indústria da aviação.
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