- Em janeiro, Portugal gerou 80% da eletricidade a partir de fontes renováveis, com a hidroelétrica e a eólica na liderança.
- A geotérmica avançada pode substituir uma parte significativa da eletricidade fósseis na UE, incluindo em países sem atividade vulcânica.
- Nove governos europeus concordaram em expandir a capacidade de energia eólica offshore no Mar do Norte para 100 gigawatts, com previsão de redução de custos da eletricidade até 2040.
- Dez países europeus comprometeram 95 mil milhões de euros em projetos eólicos no mar do Norte, com rede interligando parques entre várias nações.
- Em 2024, a Europa registou emprego recorde nas renováveis com a energia eólica e solar a superar os fósseis; a China manteve investimentos significativos em centrais a carvão em 2025.
A dependência de combustíveis fósseis continua a moldar o investimento em energias renováveis. Grupos do Golfo aceleram projetos em África, enquanto estudos exploram opções como a energia solar no espaço. A transição mantém-se marcada por pressões geopolíticas e económicas.
Ao mesmo tempo, sistemas geotérmicos ganham relevância na UE, mostrando potencial mesmo sem atividade vulcânica. Especialistas apontam que exigem menos infraestruturas superficiais e podem acelerar a descarbonização.
Portugal registou 80% de eletricidade gerada a partir de fontes renováveis em janeiro, com hidroelétrica e eólica à cabeça. A trajetória nacional destaca o papel das condições hidrológicas e do parque eólico nacional.
UE reforça o investimento em marés e vento offshore
Nove governos europeus concordaram em ampliar a capacidade de eólica offshore no Mar do Norte para 100 GW. A meta visa reduzir custos da eletricidade em até 30% até 2040 e facilitar ligações transfronteiriças entre países.
Mar do Norte e conectividade entre países
A parceria histórica permitirá ligar parques eólicos no mar a vários estados-m-membros, fortalecendo a rede de energia entre nações. O objetivo é aumentar a segurança de abastecimento e a escalabilidade dos projetos.
Emprego em renováveis e comparação com fósseis
Em 2024, a UE somou cerca de 2,04 milhões de empregos no setor, com a maior parte a funcionar no mercado interno. Este marco contrasta com a China, líder global em empregos no setor, e sinaliza mudanças profundas no mercado laboral.
China, carvão e transição tecnológica
Apesar de avanços em solar e eólica, a China inaugurou mais de 50 grandes centrais a carvão em 2025, acima da média anterior. O couro de políticas públicas influencia o balanço entre renováveis e térmicas no país.
Finlândia prova descarbonização pelo calor
Uma startup finlandesa usa areia para produzir vapor sem combustíveis fósseis, reduzindo emissões industriais em quase 90%. A iniciativa ilumina caminhos para o aquecimento industrial sem carbono.
Reino Unido e o custo da rede eléctrica
Apesar de aumentar a produção eólica, o Reino Unido investiu cerca de €1,6 mil milhões para desligar turbinas. Analistas destacam riscos de desperdício face à necessidade de reforço da rede eléctrica.
Observação sobre políticas e segurança
Especialistas alertam para a necessidade de reforçar a proteção submarina em projetos offshore na Europa. A segurança é determinante para a sustentabilidade de longo prazo dos parques.
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