- O primeiro-ministro Luís Montenegro anunciou que Portugal vai disponibilizar, em princípio, 10% das reservas estratégicas de petróleo para aumentar a oferta e conter os preços dos combustíveis.
- A medida resulta de alinhamento com o G7 e com a decisão da Agência Internacional de Energia (AIE) de libertar reservas estratégicas.
- Portugal associa-se ao acordo que visa libertar, no conjunto, 400 milhões de barris de petróleo das reservas estratégicas.
- A prática pretende permitir mais oferta no mercado e assim reduzir a pressão sobre os preços dos combustíveis.
- O anúncio foi feito em declarações aos jornalistas na quarta-feira.
O primeiro-ministro Luís Montenegro anunciou nesta quarta-feira que Portugal vai disponibilizar em princípio 10% das reservas estratégicas de petróleo para aumentar a oferta e conter os preços dos combustíveis.
Montenegro explicou aos jornalistas que a medida se baseia numa conclusão da reunião do G7 e tem como objetivo reduzir as oscilações de preços no curto prazo.
Portugal associa-se assim ao acordo da Agência Internacional de Energia, que decidiu libertar 400 milhões de barris de petróleo das reservas estratégicas dos seus países membros.
Contexto internacional
A Agência Internacional de Energia informou que a libertação de 400 milhões de barris relevantes para o mercado mundial visa ampliar a oferta global.
A medida pretende, segundo a organização, proporcionar maior liquidez ao mercado e contribuir para a estabilidade de preços em períodos de volatilidade.
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